"EU NÃO TENHO UMA ALMA.
EU SOU UMA ALMA.
EU TENHO UM CORPO."
C.S. LEWIS
quarta-feira, 16 de março de 2011
Preciso disso, não!
Não quero ser conivente com
tuas idas e vindas
Com tua chegada ou partida, quero não!
Quero amor, sinceridade, alma
e calor, intensidade e
pureza de coração!
Quero ainda amor de verdade
Hipocrisia e maldade,
Deixo-as a um canto do chão
Desejo alegria e felicidade.
Não quero máscaras e falsidade.
Preciso disso não!
Ariadne Cavalcante
quarta-feira, 9 de março de 2011
A Flor
Flor, magoada
Já sem cor,
Furtaram-lhe também
o olor!
Esmagada, triste e
Chorosa.
Era cor-de-rosa
O seu amor...
A vida, antes auspiciosa,
Tornou-se sem prosa ou poesia.
Tão dolorosa e vazia quando
seu amor voou...
Mas, como por encanto ou magia,
quando chega um outro dia,
Eis que tudo se transforma...
Seu amor, enfim, retorna
Trazendo-lhe a vida e o viço
E começam outra vez, desde o início,
A flor esquece o passado,
pois sorri feliz nos braços de seu amado...
Ariadne Cavalcante
http://recantodasletras.uol.com.br/audios/poesias/39203
terça-feira, 1 de março de 2011
Foi Ontem...

Foi ontem que esses versos
Colidiram com
a minha realidade
Momentânea...
Foi ontem.
Mas agora tenho a impressão
Que já faz tanto tempo...
Ainda assim, insistentes,
Passam, por mim indiferentes
e continuam
Em missão de seguir-te
Por todas as tuas estradas...
15. 02. 11
http://recantodasletras.uol.com.br/audios/poesias/38732
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Fugaz
Despontar que traz consigo
farta bagagem de ilusões e fantasias
Fumaça fugaz que se desfaz
Num instante indefinido
E é como se nada,
Nada mesmo, jamais tivesse existido...
Ariadne Cavalcante
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Não Há Nada
Não há cor, amor
Não há nada, há
apenas este amargor!
Não há algum deleite e nem um
enfeite que possa a vida ataviar
Não há ninguém, amor, que eu
aceite colocar em teu lugar
Não há sequer um brilho,
Nem há sonhos, meu amor, para sonhar
Não há fantasia, amor
Ou um sorriso, amor,
Nem há música que me possa
Nem há música que me possa
alegrar.
Não há nada, amor, que consiga
fazer minh'alma sorrir.
Desde que te foste
não há como definir
o vazio que tomou conta de mim...
Ariadne Cavalcante
Rio de Janeiro, 30.10.10
http://recantodasletras.uol.com.br/audios/poesias/37631
Ariadne Cavalcante
Rio de Janeiro, 30.10.10
http://recantodasletras.uol.com.br/audios/poesias/37631
domingo, 26 de dezembro de 2010
Quem és tu?
Quem és tu? Dizei-me, por favor!!
Por que me vens na contramão??
Quem tu pensas que és, ó meu amor,
Prá invadir sem chaves o meu coração??
Quem és tu, oh meu amor?
que de mim se apossa assim feito dono
e faz-me perder a vontade própria,
a cabeça e o sono?
Quem és tu? Explica-me esse descabido!!
Porque desde que chegaste,
A razão não me faz mais sentido!
Arão Filho e Ariadne Cavalcante
http://recantodasletras.uol.com.br/audios/poesias/37450
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Essa Menina
inquieta, insegura
Guarda ainda algumas
marcas de agruras em si
Essa menina vez por
outra passa por aqui
Ah, essa menina
aparece de repente
E quando menos espero
Faz-se em mim presente!
Caprichosa, ansiosa, airosa
E cheia de prosa.
É no meu peito
que ela ainda chora
Cismou querer ficar
comigo e lhe digo:
Essa menina sente medo
inda guarda alguns segredos sim...
Eu sei, pois agora mesmo
os confidenciou a mim
Ela só faz o que lhe apetece
Quase nunca me obedece
É sempre assim...
Essa menina tem muitos defeitos
e talvez seja seu direito
morar ainda em mim...
Ariadne Cavalcante
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